Um fim de semana que seria movimentado na Rodoviária do Rio foi ofuscado pelo Corona Vírus. A circulação de gente está sendo restrita. Só entra quem vai comprar ou embarcar nos poucos horários disponíveis para algumas cidades. O silêncio habita no lugar que sempre foi conhecido pelo barulho. Não fecha, nunca fechou. O vazio domina cada canto, todas as lojas fechadas e poucos guichês funcionando.
A Calmaria e a melancolia do fim de tarde de Páscoa foi despertada por uma família que com sua simplicidade emocionou a todos os presentes no local. Chegaram de Friburgo, Natanael, 35 anos, sua esposa Nataly, 37 anos e os dois filhos, Pedro, 3 anos e Maria 5 anos. Ele decidiu retornar para a sua cidade de origem após ser demitido da Churrascaria que trabalhava. Por ser uma cidade turística, com o isolamento social, ficou difícil manter todos os funcionários, alegou o gerente do restaurante.
Com o desligamento, Natanael, foi para a rodoviária comprar as passagens com a finalidade de voltar para a sua terra natal. "Lá em Alagoas tenho casa, família e amigos. Tentei a vida aqui no Rio, muito difícil, mas estava conseguindo sobreviver, Na minha cidade trabalhava cortando cana. Não queria trabalhar mais assim". Disse com os olhos marejados.....
Ao chegar no guichê constatou que não tinha mais como comprar as passagens. As empresas de ônibus estão com os horários reduzidos e encerrando mais cedo o atendimento. A noite silenciosa da rodoviária foi o endereço da família de Natanael. Manhã de segunda, bilhete em mãos e o futuro de dias melhores.
A Calmaria e a melancolia do fim de tarde de Páscoa foi despertada por uma família que com sua simplicidade emocionou a todos os presentes no local. Chegaram de Friburgo, Natanael, 35 anos, sua esposa Nataly, 37 anos e os dois filhos, Pedro, 3 anos e Maria 5 anos. Ele decidiu retornar para a sua cidade de origem após ser demitido da Churrascaria que trabalhava. Por ser uma cidade turística, com o isolamento social, ficou difícil manter todos os funcionários, alegou o gerente do restaurante.
Com o desligamento, Natanael, foi para a rodoviária comprar as passagens com a finalidade de voltar para a sua terra natal. "Lá em Alagoas tenho casa, família e amigos. Tentei a vida aqui no Rio, muito difícil, mas estava conseguindo sobreviver, Na minha cidade trabalhava cortando cana. Não queria trabalhar mais assim". Disse com os olhos marejados.....
Ao chegar no guichê constatou que não tinha mais como comprar as passagens. As empresas de ônibus estão com os horários reduzidos e encerrando mais cedo o atendimento. A noite silenciosa da rodoviária foi o endereço da família de Natanael. Manhã de segunda, bilhete em mãos e o futuro de dias melhores.


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