Recordar o começo da minha vida na escola, aprendendo a formar as sílabas, as primeiras palavras e frases, ao lado, a presença essencial, a professora, sempre dedicada e preocupada. É a chave do ensino. A fase escolar inicial lança o percurso no mundo infinito do aprendizado.
A lição de casa é promover tudo o que foi dito em sala de aula. O estudo é compartilhar ensinamentos. Ah! - que satisfação, poder escrever um texto coerente, reflexivo e depois debater com os colegas. O auxílio sempre positivo do professor para apontar os erros e elogiar os acertos. Tudo é combustível para abrir a mente e manter vivo o senso crítico.
A tarefa é abrangente, o tempo passa, novas etapas começam. A graduação é momento de nortear a vida com a profissão escolhida. E novamente durante toda essa trajetória lembrar os cuidados primorosos do professor. Citar a importância do educador na vida acadêmica, é reconhecer sua importância e frisar a desvalorização do governo atual, que insiste deixar em segundo plano disciplinas fundamentais na grade de qualquer matéria.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na manhã desta sexta, na rede social que mais utiliza, o Twitter, que o governo estuda “descentralizar investimento em faculdades de filosofia e sociologia” e passar para áreas que “gerem retorno imediato ao contribuinte”, como veterinária, engenharia e medicina.
Esse é o governo que não investe em educação, bagunça, desvaloriza e danifica ainda mais o ensino brasileiro. São muitos os problemas que permeiam a educação brasileira, em destaque, na educação pública. São inúmeros os fatores que somam resultados negativos, um exemplo disso são jovens e adultos que não dominam habilidade de ler, escrever e interpretar texto.
Esse fato é resultado direto da falta de investimento e planejamento que ocorre na estrutura da pirâmide educacional brasileira, pois praticamente todos os que atuam na educação recebem baixos salários, professores frustrados e desanimados com a falta de recurso e que esbarra nas dificuldades diárias da realidade escolar. O presidente precisa entender que não é acabar com disciplinas e sim promover uma política de ensino viável para todos. Educação de qualidade.
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