O desemprego está entre os assuntos mais comentados no Brasil, a política segue mais desequilibrada do que nunca. Para situar o cidadão diante desse caos, é preciso tentar compreender o desmanche realizado por governos recheados de corrupção.
Em 2013, indícios começaram a demonstrar o que desencadeou a recessão na atividade produtiva. No Brasil, as informações mais completas sobre a situação do mercado de trabalho são fornecidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Há pesquisa concluída os números do desemprego aumentam.
O Brasil encerrou o ano de 2016 com 12,3 milhões de pessoas desempregadas. Segundo o IBGE, a população desempregada cresceu 2,7% frente ao trimestre de julho a setembro, aumentando 36% (ou mais 3,3 milhões de pessoas desempregadas) em relação ao mesmo trimestre de 2015.
A quantidade de trabalhadores sem emprego assusta, para voltar ao mercado, o cidadão está levando até dois anos, e cabe salientar, que nem sempre consegue retornar na mesma função de formado. Para exemplificar: jornalista trabalhando como vendedor. Enfim, uma realidade da disparidade causada pela corrupção desenfreada no país.
As empresas seguem enxugando o quadro de funcionários, outras demitindo e uma triste constatação, empresas falindo. Sem ter como lidar com a crise econômica sem precedentes, decretar falência acaba sendo o resultado de tentativas, sem sucesso de vencer esse triste período.
Para a economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Sílvia Matos, as expectativas de recuperação da economia brasileira começou a dar sinais de melhora, mas ainda não será em 2017 que o Brasil sairá da crise.
Pensar em dias melhores diante do cenário político atual, é o meio para seguir em frente, caminhar obstinado, sem esmorecer e acreditando que em breve vamos estar de volta ao mercado de trabalho.
Fontes: IBGE, EBC, Agência Brasil, Fundação Getúlio Vargas
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