A educação tão defasada no Brasil continua derradeira. O atual presidente da república Michel Temer afirma que não cortará investimentos, seu governo altera conteúdo e no fim das contas quem perde continua sendo o ensino precário. As mudanças alteram o formato das aulas e das disciplinas. A previsão do Ministério da Educação é que essas alterações já comecem a valer a partir do início de 2018.
O que merece ser avaliado com mais rigor e cautela é a medida provisória que diminui o conteúdo obrigatório para destacar cinco disciplinas: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. O intuito, afirma o governo, é oferecer as redes de ensino que o estudante possa se dedicar mais em algumas das cinco disciplinas.
Ainda assim, várias questões ficam sem resposta. A medida provisória visa melhorar o que pesquisas afirmam que o ensino no Brasil é um dos mais fracos. O MEC perde credibilidade quando adota um sistema que não contribui e sim modifica, quando na verdade seria necessário investir mais no aluno, no professor, oferecer subsídio para uma integração na formação de ambos, integrando qualidade atrelando ao conteúdo programado.
Porém, quando se altera e as modificações não atende um êxito geral, é sinal que nada funciona de verdade, um governo faz de conta, essa história a gente já conhece. A escola para formação do pensamento crítico vai ficando cada vez mais distante. O poder de questionar, de reclamar direitos, não é, e nem nunca será o forte de uma democracia fake e corrupta.
Para saber mais:
Governo lança reforma do ensino médio;
Reforma no ensino médio dispensa aulas de educação física, artes e espanhol
Reforma do ensino médio traz concepção elitista de educação e deve ampliar evasão
Reforma da educação será publicada nos próximos dias. Confira as mudanças
O que merece ser avaliado com mais rigor e cautela é a medida provisória que diminui o conteúdo obrigatório para destacar cinco disciplinas: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e formação técnica e profissional. O intuito, afirma o governo, é oferecer as redes de ensino que o estudante possa se dedicar mais em algumas das cinco disciplinas.
Ainda assim, várias questões ficam sem resposta. A medida provisória visa melhorar o que pesquisas afirmam que o ensino no Brasil é um dos mais fracos. O MEC perde credibilidade quando adota um sistema que não contribui e sim modifica, quando na verdade seria necessário investir mais no aluno, no professor, oferecer subsídio para uma integração na formação de ambos, integrando qualidade atrelando ao conteúdo programado.
Porém, quando se altera e as modificações não atende um êxito geral, é sinal que nada funciona de verdade, um governo faz de conta, essa história a gente já conhece. A escola para formação do pensamento crítico vai ficando cada vez mais distante. O poder de questionar, de reclamar direitos, não é, e nem nunca será o forte de uma democracia fake e corrupta.
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