É relato de quem vive na comunidade e tem que sair cedo, mesmo com o tiro comendo, afinal, ganhar o pão de cada dia, é preciso. Em um cômodo com banheiro, apertado, e necessitando de reformas, Luzia, 33 anos, balconista, vive com o marido, José, 42 anos, pedreiro, trabalhador, brasileiro.
O casal deixou a família na Paraíba e na ilusão de uma vida melhor trouxeram na mala o sonho de trabalhar e juntar dinheiro para construir uma casa com varanda. Ao chegar em solo carioca, o calor da desilusão se fez atroz, a dificuldade de encontrar lugar para se acomodar foi difícil, o pouco dinheiro somado aos altos preços da cidade grande, assustaram a aspiração dos dois desbravadores.
A batalha começou e Luzia segue trabalhando em uma lanchonete na Zona Sul do Rio, José segue fazendo bicos pela cidade. Para morar seguem no mesmo lugar, com a mesma guerra diária do asfalto com o morro. Inocente, culpado, vítima, tudo junto e misturado. O sonho de uma vida melhor, sendo interrompido por tiro de metralhadora.
O apego e a proteção protegem o amor puro que trouxe o casal para a a cidade de beleza, poluição e caos. O desejo de voltar para o aconchego da família é o mote, diante da descaso e da desigualdade, a conclusão é de sair dessa capital desgovernada. Se foi a melhor solução, não sei, mas viver por aqui... está cada vez mais difícil. Para os sonhos construídos restaram a realidade, o amor ainda reside na vida do casal, que todos os seus objetivos encontrem o caminho para melhor atende-los.
O casal deixou a família na Paraíba e na ilusão de uma vida melhor trouxeram na mala o sonho de trabalhar e juntar dinheiro para construir uma casa com varanda. Ao chegar em solo carioca, o calor da desilusão se fez atroz, a dificuldade de encontrar lugar para se acomodar foi difícil, o pouco dinheiro somado aos altos preços da cidade grande, assustaram a aspiração dos dois desbravadores.
A batalha começou e Luzia segue trabalhando em uma lanchonete na Zona Sul do Rio, José segue fazendo bicos pela cidade. Para morar seguem no mesmo lugar, com a mesma guerra diária do asfalto com o morro. Inocente, culpado, vítima, tudo junto e misturado. O sonho de uma vida melhor, sendo interrompido por tiro de metralhadora.
O apego e a proteção protegem o amor puro que trouxe o casal para a a cidade de beleza, poluição e caos. O desejo de voltar para o aconchego da família é o mote, diante da descaso e da desigualdade, a conclusão é de sair dessa capital desgovernada. Se foi a melhor solução, não sei, mas viver por aqui... está cada vez mais difícil. Para os sonhos construídos restaram a realidade, o amor ainda reside na vida do casal, que todos os seus objetivos encontrem o caminho para melhor atende-los.

Ótimo! Coleciona para publicar um livro...
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