Ser otimista no Brasil da desigualdade

Fim de ano, sinônimo de comemoração. Gastos, despesas, comilança, presentes e uma cartão de crédito para fazer voltar a realidade bem no início de 2016. Cada um com seu jeito de passar a virada com familiares e amigos, promessas de mudanças e não repetir erros. 

Seguindo a máxima do errando é que se aprende, Janeiro chega anunciando contenção de dinheiro, segundo especialistas, é preciso enxugar e refazer planilhas para não ficar gastando com futilidades. O juros é uma perseguição diária do trabalhador, ficar atento e economizar são prerrogativas fundamentais nesse momento de crise econômica.

Diante de tanto disparate, manter-se otimista, parece impossível, mas não se deve esmorecer, buscar alternativas de sobreviver aos destemperos ocasionados por um desgoverno é um conforto e sem dúvida um amparo. Os brasileiros são conhecidos por sua altivez nos momentos de dificuldades.

Portanto, alegria é uma das qualidades de ser brasileiro, o que não desestimula o cidadão de buscar a informação para seguir consciente e opinativo para reivindicar os seus direitos, exercendo cidadania e votando certo da idoneidade do seu candidato (algo que precisa muita pesquisa, investigação). Após uma releitura do ano que passou, viver o presente atual bate na porta e ser otimista no país das riquezas naturais é um presente e um alerta.

O despertar para o consumo consciente, sustentável, preservando a vida saudável e admirando tudo de bom que a natureza tem a nos oferecer. Seguindo essas premissas, ser otimista no Brasil fica mais afável do que se pode imaginar. Um 2016 de boas novas! A gente segue firme e forte na luta.

Comentários

  1. Muito bom, Baêta! Precisamos ter além de otimismo, atitude para mudar e fazer diferente. Consumo consciente é um dos itens que consta na minha lista desse ano. Abraços! Feliz 2016!

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