O assunto que está na boca do povo, desde do ano passado vem se agravando. Começamos 2016, mas ainda muitas perguntas sem respostas, os brasileiros estão vivendo em uma corda bamba. A busca por nomear culpados divergem no congresso e nas casas dos eleitores.
Entre a classe política os parlamentares se assemelham de acordo com a conveniência e atacam o colega ao lado como se fosse a pureza da democracia, que a gente bem sabe, é manchada tão quanto as siglas partidárias que residem no Brasil.
Os brasileiros que insistem em votar sem pesquisar sobre seus candidatos, estão mudando esse costume. Porém, repetem os mesmos erros, pensando e justificando os seus próprios interesses. Não é um pensamento em prol do coletivo, mas em benefícios de classes.
Enquanto separamos classes sociais, as desigualdades seguem majoritárias e desproporcionais, ou seja, um retrocesso. Evolução para melhorar, modificar e transformar, parece ser banida do vocabulário de alguns políticos e eleitores.
O individualismo, egoísta, interesseiro e conivente são requisitos que nos afastam de um país mais justo. A corrupção é aliada dos adjetivos citados e aos poucos um despertar mesmo que silencioso, vem sendo instigado a se fazer presente, a busca por questionar e reivindicar está aparente na conversa do cidadão, na sala de jantar, na mesa do bar.
Indicios que o cenário político jamais viu acontecer. É tempo de renovar e abandonar antigos conceitos. Atitude consciente e embasada para refletir no voto, na eleição. A preocupação com o próximo deverá ser o mote para juntar, somar, progredir, porém se a pergunta persistir: Qual é a crise que mais lhe interessa? - A caminhada continua ao contrário.
Entre a classe política os parlamentares se assemelham de acordo com a conveniência e atacam o colega ao lado como se fosse a pureza da democracia, que a gente bem sabe, é manchada tão quanto as siglas partidárias que residem no Brasil.
Os brasileiros que insistem em votar sem pesquisar sobre seus candidatos, estão mudando esse costume. Porém, repetem os mesmos erros, pensando e justificando os seus próprios interesses. Não é um pensamento em prol do coletivo, mas em benefícios de classes.
Enquanto separamos classes sociais, as desigualdades seguem majoritárias e desproporcionais, ou seja, um retrocesso. Evolução para melhorar, modificar e transformar, parece ser banida do vocabulário de alguns políticos e eleitores.
O individualismo, egoísta, interesseiro e conivente são requisitos que nos afastam de um país mais justo. A corrupção é aliada dos adjetivos citados e aos poucos um despertar mesmo que silencioso, vem sendo instigado a se fazer presente, a busca por questionar e reivindicar está aparente na conversa do cidadão, na sala de jantar, na mesa do bar.
Indicios que o cenário político jamais viu acontecer. É tempo de renovar e abandonar antigos conceitos. Atitude consciente e embasada para refletir no voto, na eleição. A preocupação com o próximo deverá ser o mote para juntar, somar, progredir, porém se a pergunta persistir: Qual é a crise que mais lhe interessa? - A caminhada continua ao contrário.
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