Arrumando a casa e os utensílios domésticos, que em sua grande parte tomam conta de tudo, preenchem os espaços da sala, do quarto e cozinha, mas ao falar do que realmente é necessário para viver bem, surge a reflexão que sempre passa desapercebida.
Mas como não notar o tanto de entulho que armazenamos em casa, sem nenhuma responsabilidade, é dever de cada um perceber esse volume desnecessário de consumo. O ter por status e não por conforto com utilidade, ou seja, que pode ser reaproveitado, podendo beneficiar a todos no plural e não no singular.
Pode avaliar, em uma simples análise de um consumo egoísta e individual, nem vou citar o celular, vou falar sobre um meio de comunicação que durante anos uniu a família na sala, porém, hoje em dia, vem mudando, em cada quarto, um aparelho de televisão, cada um assistindo um programa diferente.
As diferenças podem ser classificadas como um afastamento da convivência com os entes que moram no mesmo ambiente. Se pensarmos que o diálogo familiar é um diferencial na educação das crianças e jovens, esses valores andam inversos.
Toda inversão acarreta danos. O consumo desenfreado é um dos males. A consequência dos seus atos de compra sobre a qualidade de vida, geram impactos destrutivos no planeta, para o seu cotidiano e também deixam rastros para as futuras gerações.
É preciso salientar e frisar: pare e pense sobre o que está comprando, analise se é um produto durável, há possibilidade de reutilizar, reciclar, são pequenas atitudes, que fazem grandes diferenças no meio ambiente e na vida dos seres humanos. Consumo consciente para colocar em atividade desde sempre.

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