A guerra dos sexos segue sem
trégua. O machismo ainda impera dentro da sociedade patriarcal. E a educação
continua intrínseca na formação da criança que a menina deve crescer, casar,
tornar-se mãe e cuidar do marido e dos filhos.
Se o leitor desse blog ler e estranhar o parágrafo acima, bom sinal, estamos caminhando, mas se achar normal, estamos retrocedendo. O discurso que mulher é para cuidar de casa, é machista e retrógrado. Nas famílias construídas pelo sexo feminino, sem cônjuge e com filhos, elas são maioria.
É o que revela pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A pesquisa analisa dados do Censo de 2000 a 2010. Em 2000, as mulheres comandavam 24,9% dos 44,8 milhões de domicílios particulares. Em 2010, essa proporção aumentou para 38,7% dos 57,3 milhões de domicílios – uma adição de 13,7 pontos percentuais. O IBGE declara como responsável aquela pessoa reconhecida como tal pelo demais moradores do domicílio.
Portanto, a mulher que sustenta sozinha a sua família é a comandante da
casa, que ainda tem que conviver com a desvalorização salarial, uma batalha
constante por uma igualdade dentro de uma sociedade maquiada pela hipocrisia e
que ainda vive em disputa de gênero.
A mulher pode executar a mesma função de um homem, mas o salário é menor.
A discrepância não entra em pauta nas instituições, nota-se, a necessidade de
abordar com mais veemência essa questão. As mudanças estão acontecendo, a força
feminina está no mercado de trabalho, elas estão cada vez mais ocupando cargos
de chefia. O sexo feminino versado em música como frágil, prova há cada dia,
sua resistência e competência.
Saiba mais no link:
Mais mulheres assumem a
chefia das famílias, revela pesquisa do IBGE http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2014/10/mais-mulheres-assumem-a-chefia-das-familias-revela-pesquisa-do-ibge
Música citada no artigo: Erasmo Carlos - Mulher (Sexo Frágil)
Comentários
Postar um comentário