O amor define a união que constitui uma família. É assim que a gente aprende desde pequeno, mas os percalços da vida insistem em colocar obstáculos nessa trajetória.
A barreira a ser vencida mora na comissão composta por alguns deputados que afirmam: definição de família como união ente homem e mulher. O texto que compõe essa afirmação ainda poder ser alterado. Que o bom senso prevaleça.
Pedir seriedade em uma Câmara presidida pelo Eduardo Cunha, pode parecer insano, mas é o que se deve esperar de um representante do povo. Sabemos que a preocupação do clero desses parlamentares são outros, mas vamos continuar a falar dessa votação, desse chamado estatuto da família.
Salientando que é preciso destacar os idealizadores desse projeto. O relator que criou essa lei é o deputado federal Diego Garcia (PHS-PR), que define família como a união entre homem e mulher, por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade composta por qualquer um dos pais junto com os filhos.
O texto ainda conta com o deputado Anderson Ferreira (PR-PE) e também tem como principal divulgador desse estatuto o já conhecido Marco Feliciano (PSC-SP). O presidente da comissão é o deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ).
Porém entre esses defensores da moral e dos bons costumes..... podemos destacar a opinião sensata da parlamentar Erika Kokay (PT-DF), que destaca esse projeto como a institucionalização do preconceito e da discriminação.
Compartilhando da mesma opinião a deputada Maria do Rosário (PT-RS), afirmou que o texto do relator é composto de preceitos religiosos e não agrega nada a sociedade. E assim seguiu o debate caloroso na câmara dos deputados na quinta-feira, dia 24 de Outubro.
Após a tumultuada votação, a resolução do estatuto é encaminhada para o Senado sem a necessidade de ser votado pelo plenário da câmara. Entretanto, os deputados que discordam desse projeto podem apresentar recurso para pedir que o texto seja votado pelo plenário antes de seguir para o Senado.
Podemos aguardar as cenas dos próximos capítulos. Discriminar a união de um casal unido pelo amor não deveria ser a pauta em questão, mas sim os benefícios de se legalizar as diversas formas de viver. O conceito de família que o congresso insiste em definir não representa o cotidiano real da sociedade. Família é amor, é o que importa.
A barreira a ser vencida mora na comissão composta por alguns deputados que afirmam: definição de família como união ente homem e mulher. O texto que compõe essa afirmação ainda poder ser alterado. Que o bom senso prevaleça.
Pedir seriedade em uma Câmara presidida pelo Eduardo Cunha, pode parecer insano, mas é o que se deve esperar de um representante do povo. Sabemos que a preocupação do clero desses parlamentares são outros, mas vamos continuar a falar dessa votação, desse chamado estatuto da família.
Salientando que é preciso destacar os idealizadores desse projeto. O relator que criou essa lei é o deputado federal Diego Garcia (PHS-PR), que define família como a união entre homem e mulher, por meio de casamento ou união estável, ou a comunidade composta por qualquer um dos pais junto com os filhos.
O texto ainda conta com o deputado Anderson Ferreira (PR-PE) e também tem como principal divulgador desse estatuto o já conhecido Marco Feliciano (PSC-SP). O presidente da comissão é o deputado Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ).
Porém entre esses defensores da moral e dos bons costumes..... podemos destacar a opinião sensata da parlamentar Erika Kokay (PT-DF), que destaca esse projeto como a institucionalização do preconceito e da discriminação.
Compartilhando da mesma opinião a deputada Maria do Rosário (PT-RS), afirmou que o texto do relator é composto de preceitos religiosos e não agrega nada a sociedade. E assim seguiu o debate caloroso na câmara dos deputados na quinta-feira, dia 24 de Outubro.
Após a tumultuada votação, a resolução do estatuto é encaminhada para o Senado sem a necessidade de ser votado pelo plenário da câmara. Entretanto, os deputados que discordam desse projeto podem apresentar recurso para pedir que o texto seja votado pelo plenário antes de seguir para o Senado.
Podemos aguardar as cenas dos próximos capítulos. Discriminar a união de um casal unido pelo amor não deveria ser a pauta em questão, mas sim os benefícios de se legalizar as diversas formas de viver. O conceito de família que o congresso insiste em definir não representa o cotidiano real da sociedade. Família é amor, é o que importa.
Família é amor
Saiba mais no link: http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/09/comissao-aprova-definir-familia-como-uniao-entre-homem-e-mulher.html

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