Buscar compreender um assunto que não é divulgado, tentar ajudar alguém que sofre de depressão e não tem apoio, querer o auxílio da mídia e não ter voz. Fatores que não foram obstáculos para o CVV (Centro de Valorização da Vida).
Criado em 1962 por um grupo de voluntários, foi reconhecida como entidade de utilidade pública federal pelo decreto lei 73.348 de 20 de dezembro de 1973. Sua atuação é baseada no trabalho desenvolvido por pessoas dispostas a ajudar quem enfrenta uma doença que pode provocar o desinteresse pela vida.
O fato é que pessoas de todas as idades e classes sociais podem passar pela depressão, que é uma das principais causas que levam ao suicídio. A Organização Mundial de Saúde (OMS), revela que a cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo, totalizando quase um milhão de pessoas todos os anos. Estima-se que de 10 a 20 milhões de pessoas tentam acabar com a própria vida anualmente.
E os motivos que podem levar a esse auto extermínio devem ser abordados com responsabilidade, atenção e conhecimento, esse foi o mote do "II debate da abordagem do suicídio na mídia" promovido pelo CVV.
O encontro foi mediado pelo André Trigueiro, jornalista e autor do livro "Viver é a melhor opção, a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo", assunto para ser encarado como de saúde pública e que é preciso perder o medo de falar sobre o tema.
Participaram também do debate os jornalistas Rodolfo Scheneider (Rádio BandNews), Flávia Oliveira (Jornal O Globo), Fernando Molica (Jornal O Dia) e o Dr. Luis Fernando Correia (Rádio CBN). Juntos em uma conversa franca mostraram que é essencial quebrar o tabu. É preciso falar mais, colocar em evidência de forma responsável e contextualizada as principais causas e as formas de ajudar a evitar o suicídio.
As razões que podem levar ao desinteresse pela vida podem ser bem diferentes. Segundo estudo realizado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), 17% dos brasileiros, em algum momento, pensaram seriamente em dar fim à própria vida e, desses, 4,8% chegaram a elaborar um plano para isso. Na maioria das vezes, é possível evitar que esses pensamentos suicidas se tornem realidade.
É o que afirma a OMS, 90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos, desde que existam condições mínimas para oferta de ajuda voluntária ou profissional. No Brasil, o CVV, é referência, atuando há mais de cinquenta anos, com programas de prevenção ao auto extermínio. A reflexão que precisa ser enaltecida é única: Viver é a melhor opção e falar mais é a solução.
Criado em 1962 por um grupo de voluntários, foi reconhecida como entidade de utilidade pública federal pelo decreto lei 73.348 de 20 de dezembro de 1973. Sua atuação é baseada no trabalho desenvolvido por pessoas dispostas a ajudar quem enfrenta uma doença que pode provocar o desinteresse pela vida.
O fato é que pessoas de todas as idades e classes sociais podem passar pela depressão, que é uma das principais causas que levam ao suicídio. A Organização Mundial de Saúde (OMS), revela que a cada 40 segundos uma pessoa se mata no mundo, totalizando quase um milhão de pessoas todos os anos. Estima-se que de 10 a 20 milhões de pessoas tentam acabar com a própria vida anualmente.
E os motivos que podem levar a esse auto extermínio devem ser abordados com responsabilidade, atenção e conhecimento, esse foi o mote do "II debate da abordagem do suicídio na mídia" promovido pelo CVV.
O encontro foi mediado pelo André Trigueiro, jornalista e autor do livro "Viver é a melhor opção, a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo", assunto para ser encarado como de saúde pública e que é preciso perder o medo de falar sobre o tema.
Participaram também do debate os jornalistas Rodolfo Scheneider (Rádio BandNews), Flávia Oliveira (Jornal O Globo), Fernando Molica (Jornal O Dia) e o Dr. Luis Fernando Correia (Rádio CBN). Juntos em uma conversa franca mostraram que é essencial quebrar o tabu. É preciso falar mais, colocar em evidência de forma responsável e contextualizada as principais causas e as formas de ajudar a evitar o suicídio.
As razões que podem levar ao desinteresse pela vida podem ser bem diferentes. Segundo estudo realizado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), 17% dos brasileiros, em algum momento, pensaram seriamente em dar fim à própria vida e, desses, 4,8% chegaram a elaborar um plano para isso. Na maioria das vezes, é possível evitar que esses pensamentos suicidas se tornem realidade.
É o que afirma a OMS, 90% dos casos de suicídio podem ser prevenidos, desde que existam condições mínimas para oferta de ajuda voluntária ou profissional. No Brasil, o CVV, é referência, atuando há mais de cinquenta anos, com programas de prevenção ao auto extermínio. A reflexão que precisa ser enaltecida é única: Viver é a melhor opção e falar mais é a solução.
Para saber mais sobre o CVV, clique no link:
Para adquirir o livro "Viver é a Melhor Opção
a prevenção do suicídio no Brasil e no mundo"
do jornalista André Trigueiro clique no link:

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