Bienal do livro promovendo a cultura literária no Brasil

Um país problemático em diversas áreas, mas ainda existe uma iniciativa que tem desenvolvido um ótimo trabalho. A Bienal do Livro a cada edição prova em números que o brasileiro busca leitura.

E as estatísticas no complexo dos livros, situado no Riocentro, comprovam que cada visitante deixa a Bienal levando pelos menos um livro para casa.

Ponto favorável no país em que a educação é tão desvalorizada e esquecido pelos governantes da nação. Ainda assim movimentos que estimulam a leitura ganham espaço nas cidades brasileiras.

A Bienal do Livro é esse exemplo. Com locais especiais de leitura e estandes de editoras, leitores de todas as idades se espalham pelos corredores extensos do pavilhões do Riocentro.

Outro local procurado é o Café Literário, que propõe ao leitor discutir e refletir sobre livros, autores e sua multiculturalidade. Como ocorreu na sexta-feira, dia 11 de Setembro.

O espaço recebeu escritores que falaram sobre grandes nomes da literatura Brasileira. A escritora Sônia Rodrigues narrou o sempre apaixonante Nelson Rodrigues. A jornalista Graziella Beting cadenciou sobre João do Rio e Rodrigo Lacerda deixou em evidência a o obra do João Antônio.

E a conversa prosseguiu, o assunto foi sobre jornalismo literário e como a imprensa tem se reinventado para abordar o tema. O debate contou com a presença de Rogério Pereira (Jornal Rascunho), Robinson Borges (Valor Econômico), Paulo Roberto Pires (Revista Serrote e Mona Dorf (Jornalista e mediadora do debate).

O papo rendeu uma ótima reflexão de como integrar a literatura e as novas mídias em uma convivência harmônica. O saldo deixado no final de cada Bienal, é que promover a leitura é sempre louvável no país que não oferece educação digna para seu povo.



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