Vivemos em uma sociedade composta por grupos que buscam, porém não conseguem, conviver em harmonia, são conhecidos também por famílias.
Esse conjunto de pessoas compõe as tribos, que segundo informações do dicionário, significa: nome atribuído a povos antigos que possui algum território.
Enquadrando o termo a peça teatral "Tribos", a abordagem fica unicamente exclusiva a convivência familiar, com direito a toda universalidade das questões que fazem parte do cotidiano de uma designação de pessoas que de alguma forma vivem juntas.
Essa convivência em um mesmo ambiente pode destoar quando falta sensibilidade. Pequenos gestos que modificam, transformam e a surdez (um dos assuntos retratados na peça), que é um problema auditivo, dentro de muitas famílias é uma questão da falta de escutar, no sentido de compreender as aflições que corroem um ente.
Seguindo a hierarquia e a hipocrisia de gerações de famílias constituídas dentro dessa pirâmide moral da sociedade brasileira, o afinco por ser a cópia dos seus, se faz presente, porém problemas internos, ficam ocultos, dentro da ignorância homo sapiens de evolução.
Enxergar e escutar, é fundamental para viver em harmonia. Entender e respeitar, também está dentro dessa incessante ligação que constitui o que chamamos de família.
Portanto os sentidos só fazem jus à realidade se compreendidos. Não existe surdez ou cegueira pior do que o preconceito, a soberba e a ignorância na tribo que você se encaixa.
Elenco: Bruno Fagundes, Antônio Fagundes, Arieta Corrêa, Eliete Cigaarine, Guilherme Magon, Maíra Dvorek,
Esse conjunto de pessoas compõe as tribos, que segundo informações do dicionário, significa: nome atribuído a povos antigos que possui algum território.
Enquadrando o termo a peça teatral "Tribos", a abordagem fica unicamente exclusiva a convivência familiar, com direito a toda universalidade das questões que fazem parte do cotidiano de uma designação de pessoas que de alguma forma vivem juntas.
Essa convivência em um mesmo ambiente pode destoar quando falta sensibilidade. Pequenos gestos que modificam, transformam e a surdez (um dos assuntos retratados na peça), que é um problema auditivo, dentro de muitas famílias é uma questão da falta de escutar, no sentido de compreender as aflições que corroem um ente.
Seguindo a hierarquia e a hipocrisia de gerações de famílias constituídas dentro dessa pirâmide moral da sociedade brasileira, o afinco por ser a cópia dos seus, se faz presente, porém problemas internos, ficam ocultos, dentro da ignorância homo sapiens de evolução.
Enxergar e escutar, é fundamental para viver em harmonia. Entender e respeitar, também está dentro dessa incessante ligação que constitui o que chamamos de família.
Portanto os sentidos só fazem jus à realidade se compreendidos. Não existe surdez ou cegueira pior do que o preconceito, a soberba e a ignorância na tribo que você se encaixa.
Elenco: Bruno Fagundes, Antônio Fagundes, Arieta Corrêa, Eliete Cigaarine, Guilherme Magon, Maíra Dvorek,

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