Desencanar para fluir, para acontecer livre mesmo diante de tanto preconceito, velado, fingido, inquisidor, dentro dessa comunidade cada vez mais carente de respeito, mas ainda assim vive, na alegria destemida, que fica transparente no sorriso aberto, alvo, e intenso por seguir em frente.
Caminhar em pleno vapor vencendo os obstáculos que insistem em querer frear e parar como se a cor do sorriso fosse o mote, mas o esmalte que se confunde com a melanina é a mistura da nossa verdade.
A miscigenação de cores que faz das terras tupiniquins um admirado diferencial, envergonha quando separa, excluiu, discrimina. O que nos integra é todo esse conjunto de povos e etnias diferentes, traz uma riqueza vasta e muitas vezes desbravadas por décadas.
Acarretando o reconhecimento das culturas que vão se agregando e novamente se misturando. E para desqualificar acaba desmerecendo a própria origem. Somos essa mistura desintegrada que precisa ficar mais harmônica. Por respeito, por convivência e também para ser mais feliz. A cor que mais importa é o brilho natural que está em cada sorriso.
Caminhar em pleno vapor vencendo os obstáculos que insistem em querer frear e parar como se a cor do sorriso fosse o mote, mas o esmalte que se confunde com a melanina é a mistura da nossa verdade.
A miscigenação de cores que faz das terras tupiniquins um admirado diferencial, envergonha quando separa, excluiu, discrimina. O que nos integra é todo esse conjunto de povos e etnias diferentes, traz uma riqueza vasta e muitas vezes desbravadas por décadas.
Acarretando o reconhecimento das culturas que vão se agregando e novamente se misturando. E para desqualificar acaba desmerecendo a própria origem. Somos essa mistura desintegrada que precisa ficar mais harmônica. Por respeito, por convivência e também para ser mais feliz. A cor que mais importa é o brilho natural que está em cada sorriso.
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