O que se espera sempre de um debate presidencial ainda mais em um segundo turno é a discussão de propostas, planejamentos e estratégias de governo. Porém essas vertentes ficaram para escanteio e o que prevaleceu foi um ataque, "olho por olho, dente por dente", que até poderia ser louvável, quando se existe um herói, que não é o caso.
Tentar expor o que não foi feito pelo governo atual é mostrar que promessa de campanha é isso mesmo, dizer que o país melhorou, sem fazer um "povo fala", "ao vivo", é ineficaz, quem acredita em conto?, e lenda?, faz de conta?, tão citado pela presidente Dilma, mostra mesmo o mundo de fantasia, que pode iludir muitos, mas um dia esse povo desperta, é o que eu acredito, é o que espero.
Do outro lado um sorriso irônico, totalmente dispensável, desnecessário, bastava seguir com a coerência e objetividade que a ocasião pedia. A falta de carisma de um e que é transferida nitidamente para o outro, fica em desuso quando por deboche se iguala. E um outro termo que chamou atenção e causou borborinho nas redes sociais foi o leviano usado por Aécio, que para o eleitor pode representar anos de um governo que detém o poder e não cuida do seu povo.

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