Colocar em prática que é complicado,lendo a matéria fica a dica de como muitas vezes gastamos desnecessariamente ou não.rs
Portal Web News
Reportagem e foto: Eder Hashizume - Isezaki
Especialista em finanças dá dicas para o seu bolso
Economizar é mais que fechar a torneira quando se escova os dentes, apagar a luz de recintos que não estão sendo usados ou comprar em lugares baratos. É necessário ter disciplina, organização, propósitos e principalmente cumplicidade. É o que ensina a especialista em Finanças Pessoais, Mônica Carvalho Costa, 44, de Takahama (Aichi), que esteve pela primeira vez na cidade de Isesaki (Gunma) para palestrar sobre o tema entre os brasileiros. Ela deu dicas que poderão ajudar o dinheiro a render mais. O primeiro passo é gastar apenas o necessário. Parece um velho discurso? Nem tanto.
Finanças pessoais é um tema bem atual e que ganhou força após a crise econômica mundial que afetou muitos brasileiros no Japão. Para Costa, muitos começaram a repensar atitudes e comportamentos relacionados ao dinheiro. Mas poucos conseguem dar os primeiros passos para usufruir da melhor maneira possível o que ganham. “A verdade é que muitos acabam virando prisioneiros do próprio dinheiro através de, por exemplo, dívidas. O que deveria ser ao contrário”, afirma.
No Japão, a especialista disse que as pessoas também acabam vítimas do próprio cotidiano. “Muitos estão aqui, não desenvolvem talentos, não possuem patrimônios, ou tem metas definidas”, disse. Ela afirma que chegou o tempo em que os brasileiros deveriam refletir sobre quanto tempo mais é necessário ficar no Arquipélago. “Digo isso porque elas vivem apenas o cotidiano das fábricas no Japão. E esquecem que poderiam estar no Brasil aprendendo e desenvolvendo outras aptidões que poderiam levar à conquista dos sonhos”, disse.
Para os que querem ficar no Japão ou aqueles que planejam voltar ao Brasil, Costa deu quatro dicas importantes que ajudarão nas finanças pessoais, tanto aqui como lá. Todos os conselhos parecem velhas receitas de um bolo, de tão conhecidas que são. Porém, poucos conseguem desfrutar de seu sabor.
Mônica Carvalho Costa, especialista em finanças pessoais ensina que é necessário ter disciplina, organização, propósitos e cumplicidade quando o assunto é dinheiro.
1- Planejamento financeiro com objetivos adequados ao orçamento. É o primeiro passo para, depois, começar a sonhar com a casa própria ou o carro novo. Mas é preciso colocar os pés no chão. A palavra que resume essa primeira dica é organizar, criar um cronograma, montar a representação gráfica do calendário do planejamento sobre tudo que entra e sai. Ou de maneira simples, colocar tudo na ponta do lápis. É essencial criar um o orçamento suportável. É cortar tudo que vai além das necessidades. Saber o que é uma necessidade e separá-la do que é supérfluo. Por exemplo, água e luz são necessidades que devem ter prioridade. Supérfluo é comprar um computador mais rápido ou uma bolsa nova e, no fim das contas, não ter dinheiro para pagar as necessidades. Usar o dinheiro com consciência. Aqui também é necessário ter cuidado com dívidas desnecessárias.
2- Mudança na atitude, ter disciplina e consciência. Já entramos num campo que não parece finanças pessoais. Mas também não é pura motivação. É algo simples. Por exemplo, é evitar comprar por impulso. Ou então, deixar de comprar apenas para compensar um desejo momentâneo, que poderá trazer arrependimento mais tarde. Num shopping, quando se deparar com algo que lhe chame atenção, faça para si mesmo(a) a pergunta: será que é necessário comprar isso ou aquilo?
3- Administrar bem é ter a participação de todos. “Conheço vários casos de marido e esposa que moram e vivem há muito tempo sob o mesmo teto e que possuem contas bancárias separadas”. Ou seja, não existe a cumplicidade. A falta dessa conivência pode afetar, inclusive, o casamento. “A maior parte dos divórcios que acontece nos Estados Unidos é por causa de dinheiro”. Quando existe a participação de todos com cumplicidade, isso inclui os filhos, os benefícios são maiores em todos os sentidos.
4- Criar metas financeiras. É muito bom sonhar com a casa própria, com o carro novo, viagens e a realização do aniversário de 15 anos da filha. Para isso, crie metas adequadas para esses desejos. Em outras palavras, ver as possibilidades e de quanto tempo será necessário para a concretização do sonho. Metas financeiras que levam muito tempo para serem alcançadas podem gerar frustração. “Crie metas curtas, mais especificas e que levem ao grande sonho, podem trazer mais satisfação”.
Mônica Carvalho Costa vive no Japão há 14 anos. Ela se formou em comunicação social com habilitação em jornalismo pela UEL, no Paraná. Fez pós-graduação em marketing e gerenciamento pela Unopar de Londrina (Paraná). Aqui, realizou trabalhos de assessorias em empresas brasileiras na província de Aichi.
Em Takahama (Aichi), onde vive, mantém a agência de comunicação Exodus Press. Ela afirma que os conteúdos das palestras são experiências de sua vida pessoal e profissional.
Economizar é mais que fechar a torneira quando se escova os dentes, apagar a luz de recintos que não estão sendo usados ou comprar em lugares baratos. É necessário ter disciplina, organização, propósitos e principalmente cumplicidade. É o que ensina a especialista em Finanças Pessoais, Mônica Carvalho Costa, 44, de Takahama (Aichi), que esteve pela primeira vez na cidade de Isesaki (Gunma) para palestrar sobre o tema entre os brasileiros. Ela deu dicas que poderão ajudar o dinheiro a render mais. O primeiro passo é gastar apenas o necessário. Parece um velho discurso? Nem tanto.
Finanças pessoais é um tema bem atual e que ganhou força após a crise econômica mundial que afetou muitos brasileiros no Japão. Para Costa, muitos começaram a repensar atitudes e comportamentos relacionados ao dinheiro. Mas poucos conseguem dar os primeiros passos para usufruir da melhor maneira possível o que ganham. “A verdade é que muitos acabam virando prisioneiros do próprio dinheiro através de, por exemplo, dívidas. O que deveria ser ao contrário”, afirma.
No Japão, a especialista disse que as pessoas também acabam vítimas do próprio cotidiano. “Muitos estão aqui, não desenvolvem talentos, não possuem patrimônios, ou tem metas definidas”, disse. Ela afirma que chegou o tempo em que os brasileiros deveriam refletir sobre quanto tempo mais é necessário ficar no Arquipélago. “Digo isso porque elas vivem apenas o cotidiano das fábricas no Japão. E esquecem que poderiam estar no Brasil aprendendo e desenvolvendo outras aptidões que poderiam levar à conquista dos sonhos”, disse.
Para os que querem ficar no Japão ou aqueles que planejam voltar ao Brasil, Costa deu quatro dicas importantes que ajudarão nas finanças pessoais, tanto aqui como lá. Todos os conselhos parecem velhas receitas de um bolo, de tão conhecidas que são. Porém, poucos conseguem desfrutar de seu sabor.
1- Planejamento financeiro com objetivos adequados ao orçamento. É o primeiro passo para, depois, começar a sonhar com a casa própria ou o carro novo. Mas é preciso colocar os pés no chão. A palavra que resume essa primeira dica é organizar, criar um cronograma, montar a representação gráfica do calendário do planejamento sobre tudo que entra e sai. Ou de maneira simples, colocar tudo na ponta do lápis. É essencial criar um o orçamento suportável. É cortar tudo que vai além das necessidades. Saber o que é uma necessidade e separá-la do que é supérfluo. Por exemplo, água e luz são necessidades que devem ter prioridade. Supérfluo é comprar um computador mais rápido ou uma bolsa nova e, no fim das contas, não ter dinheiro para pagar as necessidades. Usar o dinheiro com consciência. Aqui também é necessário ter cuidado com dívidas desnecessárias.
2- Mudança na atitude, ter disciplina e consciência. Já entramos num campo que não parece finanças pessoais. Mas também não é pura motivação. É algo simples. Por exemplo, é evitar comprar por impulso. Ou então, deixar de comprar apenas para compensar um desejo momentâneo, que poderá trazer arrependimento mais tarde. Num shopping, quando se deparar com algo que lhe chame atenção, faça para si mesmo(a) a pergunta: será que é necessário comprar isso ou aquilo?
3- Administrar bem é ter a participação de todos. “Conheço vários casos de marido e esposa que moram e vivem há muito tempo sob o mesmo teto e que possuem contas bancárias separadas”. Ou seja, não existe a cumplicidade. A falta dessa conivência pode afetar, inclusive, o casamento. “A maior parte dos divórcios que acontece nos Estados Unidos é por causa de dinheiro”. Quando existe a participação de todos com cumplicidade, isso inclui os filhos, os benefícios são maiores em todos os sentidos.
4- Criar metas financeiras. É muito bom sonhar com a casa própria, com o carro novo, viagens e a realização do aniversário de 15 anos da filha. Para isso, crie metas adequadas para esses desejos. Em outras palavras, ver as possibilidades e de quanto tempo será necessário para a concretização do sonho. Metas financeiras que levam muito tempo para serem alcançadas podem gerar frustração. “Crie metas curtas, mais especificas e que levem ao grande sonho, podem trazer mais satisfação”.
Mônica Carvalho Costa vive no Japão há 14 anos. Ela se formou em comunicação social com habilitação em jornalismo pela UEL, no Paraná. Fez pós-graduação em marketing e gerenciamento pela Unopar de Londrina (Paraná). Aqui, realizou trabalhos de assessorias em empresas brasileiras na província de Aichi.
Em Takahama (Aichi), onde vive, mantém a agência de comunicação Exodus Press. Ela afirma que os conteúdos das palestras são experiências de sua vida pessoal e profissional.
Comentários
Postar um comentário