Impactante, do início ao fim. São diversos os filmes com o pano de fundo falando sobre a guerra. Porém, nenhuma película conseguiu com tanta maestria a humanidade exposta nos cabos Will Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman). 1917 nos leva a reflexão sobre o que pode fazer para alcançar uma meta, um objetivo. A determinação de cumprir o que foi combinado com o seu comandante, com o seu parceiro.O senso de voltar para casa ou o senso de responsabilidade de servir sua pátria. Um roteiro impecável, o diretor transporta os espectadores para o seu filme numa jornada repleta de sentimentos, altos e baixos. É uma arguição precisa e intensa.
A intensidade da produção do filme fica em evidência pela execução da narrativa no formato de um falso plano-sequência, é o mote que amplia as sensações que o público recebe entre sustos, sorrisos e lágrimas, sem qualquer resistência. E a trilha sonora compõe todos os estados sentimentais durante as horas que passam na sala de de cinema, sem qualquer vontade de dispersar. 1917 é transcendental. O gênero do filme: guerra, fica coadjuvante diante dos exemplos de moral, ética, amizade, tão escassos atualmente em nossa realidade.
Os dois protagonistas, brilhantes, em cena, uma entrega digna de Oscar. Prendem a atenção do espectador. Dois jovens adultos no meio de um combate sangrento, inseridos em uma experiência particular de sobrevivência no deserto da guerra. O panorama é desolador, as cenas, as imagens, são impactantes, mas o filme aponta um olhar sutil de esperança na tristeza. É também uma prova de humanidade e de determinação diante desse mundo cheio de dor.
A intensidade da produção do filme fica em evidência pela execução da narrativa no formato de um falso plano-sequência, é o mote que amplia as sensações que o público recebe entre sustos, sorrisos e lágrimas, sem qualquer resistência. E a trilha sonora compõe todos os estados sentimentais durante as horas que passam na sala de de cinema, sem qualquer vontade de dispersar. 1917 é transcendental. O gênero do filme: guerra, fica coadjuvante diante dos exemplos de moral, ética, amizade, tão escassos atualmente em nossa realidade.
Os dois protagonistas, brilhantes, em cena, uma entrega digna de Oscar. Prendem a atenção do espectador. Dois jovens adultos no meio de um combate sangrento, inseridos em uma experiência particular de sobrevivência no deserto da guerra. O panorama é desolador, as cenas, as imagens, são impactantes, mas o filme aponta um olhar sutil de esperança na tristeza. É também uma prova de humanidade e de determinação diante desse mundo cheio de dor.

Essa mesmo olhar eu tive ao ver o filme.
ResponderExcluirObrigado!
Excluir