Noite de quinta-feira, último debate entre os candidatos à presidência da república na televisão, todos visivelmente apreensivos, até o mediador do debate estava nervoso, tudo muito compreensivo, está acabando essa primeira fase da campanha. O saldo das questões debatidas não foram muito esclarecidas na fala dos presidenciáveis, mas foi possível observar o despreparo e a falta de clareza.
O que se observa é que o eleitor está bem mais crítico e pode-se afirmar que o advento das Redes Sociais estão deixando os eleitores bem mais politizados. Ainda não é suficiente para definir eleição, mas o crescimento e a expansão sobre conteúdo citado nos últimos meses sobre a corrida eleitoral, merece ser avaliado. A possibilidade de expor na rede o seu pensamento, opinião, vai se tornando termômetro dos candidatos.
Um exemplo do uso das redes sociais para divulgar possíveis planos de governo (daí que serão realizados depois de ganhar eleição é outra história), são as constantes publicações no Facebook e Twitter que para corrida eleitoral é um fator interessante já que mobiliza uma disputa entre os usuários defendendo o seu candidato favorito. Está eleição está como o governo atual, uma bagunça.
A desorganização do governo Dilma, não permite que ninguém diga quem vai vencer, o eleitor anda descrente com tantos roubos que vem aparecendo dentro do partido que pregou a honestidade e o comentário que mais é citado na rede é falta de objetividade da atual presidente do Brasil, que nunca responde as perguntas com exatidão.
A candidata do lado oposto, segue na mesma linha da ex-colega de partido, Marina Silva, vem alternado e mudando os seus comentários sobre vários assuntos importantes, como privatização de empresas, corrupção dentro de sua possível gestão e quando o assunto é meio ambiente, consigo ver um conto de fadas, como "Alice no país das maravilhas", não dá para ficar sonhando, é preciso eficácia para o bom desenvolvimento de qualquer projeto, sendo assim, falando de sustentabilidade a praticidade é o melhor caminho.
O que se observa é que o eleitor está bem mais crítico e pode-se afirmar que o advento das Redes Sociais estão deixando os eleitores bem mais politizados. Ainda não é suficiente para definir eleição, mas o crescimento e a expansão sobre conteúdo citado nos últimos meses sobre a corrida eleitoral, merece ser avaliado. A possibilidade de expor na rede o seu pensamento, opinião, vai se tornando termômetro dos candidatos.
Um exemplo do uso das redes sociais para divulgar possíveis planos de governo (daí que serão realizados depois de ganhar eleição é outra história), são as constantes publicações no Facebook e Twitter que para corrida eleitoral é um fator interessante já que mobiliza uma disputa entre os usuários defendendo o seu candidato favorito. Está eleição está como o governo atual, uma bagunça.
A desorganização do governo Dilma, não permite que ninguém diga quem vai vencer, o eleitor anda descrente com tantos roubos que vem aparecendo dentro do partido que pregou a honestidade e o comentário que mais é citado na rede é falta de objetividade da atual presidente do Brasil, que nunca responde as perguntas com exatidão.
A candidata do lado oposto, segue na mesma linha da ex-colega de partido, Marina Silva, vem alternado e mudando os seus comentários sobre vários assuntos importantes, como privatização de empresas, corrupção dentro de sua possível gestão e quando o assunto é meio ambiente, consigo ver um conto de fadas, como "Alice no país das maravilhas", não dá para ficar sonhando, é preciso eficácia para o bom desenvolvimento de qualquer projeto, sendo assim, falando de sustentabilidade a praticidade é o melhor caminho.
Trajeto que vem sendo percorrido pelo Aécio Neves que vem demonstrando em suas participações nos debates, equilíbrio e seriedade no plano de governo e na execução dos projetos. Ao responder acusações feitas pelos adversários foi coerente nas respostas. E que ao final do debate foi sem dúvida que melhor se saiu no último ringue antes da eleição no dia 05 de Outubro.
E por fim no quesito não concordo plenamente, mas aqueceu o debate, temos Luciana Genro e Eduardo Jorge. Não ficando de fora, o atrapalhado Pastor Everaldo, que quando teve que fazer uma pergunta sobre previdência sorriu, a falta de conhecimento, foi ao vivo, em rede nacional, e seguindo uma linha trash o conservador da moral e dos bons costumes, Levy Fidélix, misturou assuntos e questões no momento em que poderia somar e agregar.
O que se espera para os próximos quatro anos, a resposta está perto de acontecer, que seja avaliado cada candidato com toda a sua bagagem política, é importante ter alguém que entenda e compreenda nossas fragilidades seja econômica, política, social, está ficando cada dia mais complicado comandar um país enorme como o Brasil sem ter uma base de parlamentares que realmente buscam fazer o melhor, esse final aqui pode parecer meio fantasioso, mas se você não tem conhecimento real dos fatos que acontecem em seu cotidiano, realmente vai ficar impossível, mudar é movimento de união e tem que ser consciente.

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